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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Confraternização, jornalistas, tequila e porrada

Ok, ok, ok, vou destilar o meu veneno. Eu aumento, mas não invento. Dignidade já. O povo quer saber. Podem usar todos os bordões de programa de segunda categoria (se é que existe uma primeira) da televisão, porque esta postagem tem como único objetivo reverberar alguns detalhes da última “Festa da Fiepa”, já famosa nos meios jornalísticos pela farta boca-livre e os excessos que os colegas comentem diante de tanta comilança e bebelança.
Detesta fofoca.
Decoração mexicana, música tranqüila, gente bonita, muita azaração, muito beijo na boca. Chego ao prédio da festa por volta de dez e meia, trajado de padrinho de casamento, como me chamaram alguns ordinários que encontrei. Tudo certo. Cumprimentos, beijinhos no rosto, dá um confere na mulherada e começa o espetáculo.

A festa da Federação das Indústrias do Pará é sempre um atrativo todos os anos. Bem organizada, tem gente que amputa um membro pelo convite para não ficar de fora. Este ano, não foi diferente. Salão cheio e os colegas de profissão se acotovelando no ritual de socializar. Pelo horário que cheguei juro que encontraria o pessoal já trançando pernas, uma vez que a promessa era de tequila e outras bebidas à vontade. Me enganei: para o meu espanto 93,5% dos convidados ainda estava no seu estado civilizado.

Embora a calmaria do início, o clima era propício para o que os jornalistas convidados fizessem o que mais sabem fazer quando entornam umas: cagada. Dancinha para cá, dancinha para lá. Rola o sorteio, o povo se excita. Termina a entrega dos brindes, outro ponto esperado da festa oferecida aos jornalistas, que como todo bom pobre adora brinde. Eu ganhei um pen drive e uma agenda, que esqueci propositamente por lá. Achei meio azar ser sorteado com essas miudezas, mas o pior não foi isso: o pior foi o corinho para que eu beijasse o coroa que estava entregando o presentinho na hora em que fui lá na frente. Uma humilhação.

Todo mundo devidamente presenteado, os gogo boy/garçons irrompem o salão literalmente tacando fogo nos ânimos que já estavam exaltados por muitas doses anteriores. O povo ataca a tequila ofertada, inicialmente, com o tradicional sal e limão e depois, sem cerimônia nenhuma, pura. Purinha. Só podia dar merda. É nesse ponto que a coisa muda. Já se via depois do manjar etílico mexicano o estado de “sequerência” de uns para o lado das bonitas moças que tomam conta das nossas redações, corações e mentes.
Combustível
Pela cara de alguns colegas, já era hora de parar. Mas, a maioria sempre resiste, claro. Depois de me choacolhar no salão, senti um peso estranho pela lateral esquerda do bucho e obedeci, como poucas vezes faço, meu judiado organismo. Pudera eu aconselhar alguns dos confrades a fazer o mesmo. Mesmo reduzindo o combustível, ainda realizei um grande sonho: dançar com a imbatível Célia Pinho, repórter das mais queridas de Belém e um personagem da festa anual devido, digamos, ao seu desprendimento e simpatia. Com malemolência,bailamos já meio quebrados pelo álcool. Mas, eu adorei. Um beijo, Celinha.

Os sinais de decrepitude pela bebida já estavam na cara de muitos. No fundo do salão, vi meu colega fotógrafo e bom de copo Fernando Araújo. Com umas e outras na cabeça e, provavelmente, muito cansado de um dia puxado de trabalho, ele dormia feito anjinho, sem nenhum pudor, na frente de todo mundo. Mais tarde, já na hora do sambão com a bateria do Rancho e as mulatas, ele ressuscitou bem do meu lado parece um zumbi sorridente.

Mas o fotógrafo não foi a melhor imagem da derrota nem o vexame maior da festa. Houve casos bem piores. A medalha de bronze foi para um ex-colega de sala na universidade e assessor de imprensa de uma grande empresa. Ele começou um ritual de vômitos seguidos ainda no salão, já no final da festa. Deve ter passado mais de meia hora descomendo e desbebendo tudo que ingeriu. Cansado da baldeação, ao final nosso segundo colocado na categoria mico deitou nas cadeiras, encolhido como um bebê, e lá ficou. Sem uma alma para ajudá-lo. Nessas horas, a gente pensa: como é bom ter amigos. Meu pobre colega parece que não tinha nenhum para acudir nesse momento tão crítico.

A medalha de honra ao mérito do vexame foi para uma moça, sempre simpática que tomou todas e quase vira banquete dos urubus de plantão, aqueles que atacam sempre no final querendo se dar bem. Muitos já a cercavam aquele interessante pedaço de carne no final do festim. Todos com cara de “vô te cumê, vô te cumê, vô te cumê, vô te cumê, vô te cumê, vô te cumê...”. ela escapou por pouco, eu acho. No entanto, o Oscar de melhor escândalo/barraco e personagem ficou para o fim de tudo, quando as bandas já haviam cessado o forró-bodó e todo mundo já estava naquela de “e ai, vamos pra onde agora?” e alguns tentando ainda conseguir alguma lasca das meninas já descabeladas e bêbadas.
Ma que POHA é essa, seus bando de malacabado?!?
De repente, não mais que de repente, um rapaz alto, magro, com quem eu havia falado mais cedo, sai de trás da cortina de um dos acessos ao salão como se estivesse se apresentando em um palco de teatro. Mais tarde, numa apuração bisonha e bêbada, descobri que ele realmente era um idealista, que já participou inclusive do Fórum Social Mundial. Enfim, uma pessoa boa que ainda acredita que o mundo pode ser mudado.

Na sua irrupção, o convidado disse para todos: “SEUS FILHO DA PUTA. SEUS FILHOS DA PUTA. NÃO SE METEM COM A FULANA (jornalista e namorada dele). NÃO SE METAM COM ELA. VOCÊS SÃO UNS PEQUENOS. UNS PEQUENOS”. Ele fazia o gesto que o Professor Raimundo fazia quando falava do salário. Eu interpretei como uma referência ao tamanho do pênis dos que estavam no recinto, mas não era nada disso.

Muito provavelmente, ele estava se referindo ao conceito de grande imprensa, que mais esconde do que mostra e estava ali sendo representado por todos os convidados, partícipes desse teatro horrendo de omissões, mas meros funcionários das tais “grandes empresas”. O discursador saiu de cena para trás da cortina para começar um outro espetáculo, agora de luta-livre.

Não podia abandonar um personagem tão interessante e fui atrás dele para saber o que mais ele tinha dizer sobre esse velho pensamento midiático que me dominava muito mais quando eu ainda era universitário. Ao chegar à área externa, o rapaz estava endiabrado, engalfinhado com seguranças e outros jornalistas que se meteram na confusão. No chão, ele chutava e grunia, revirava os olhos e tentava se desvencilhar da turma que queria dominá-lo.

Sopapos aqui, gente do deixa disso de lá, um grupo de bêbados começou a cantar a música do programa “Rota Cidadã”, apresentado pelo Joaquim Campos, que não foi à festa, mas ficaria orgulhoso de ouvir a vinheta na boca do povo. Um dirigente da Fiepa ameaçou chamar a polícia para diluir a confusão. “Isso aqui é uma Federação. Vocês tem que respeitar”, berrou. Eu ri, mas concordei.

Depois de um tempo de porrada, o possuído foi dominado e levado para fora junto com a namorada, morta de vergonha, tadinha. Descobri que a confusão com o encapetado iniciou com o cumprimento de um colega da jornalista. Diga-se de passagem, o colega era visivelmente gay. Mesmo assim o namorado pegou corda e empurrou o rapaz, tacando cerveja no autor do gracejo, considerado ofensivo pelo nosso medalha de ouro no quesito vexame.

A festa acabou, a luz apagou, o povo sumiu, a noite esfriou. E agora, José? Depois dessa será que a Fiepa vai confiar em oferecer mais uma festança a nós, jornalistas? Parabéns à Federação pela organização, sobretudo, à assessora Alessandra Barreto e ao Yuri Hage, sempre receptivos o ano todo com a imprensa e ainda mais na confraternização. Quanto aos convidados, entendemos os excessos. Afinal, é gente que vive atolado de trabalho, tragado pela rotina extenuante, com pouco ou quase nenhum tempo para enfiar o pé na jaca. E todo mundo sabe: quem não come mel, quando come se lambuza.

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Atualização

Fotos da festa podem ser vistas no Flickr criado para o evento. Já tem imagens lá. Clique aqui para ver.

46 comentários:

carmem disse...

adorei muito bem escrito, enquanto lia, fui imaginando tudo na minha cabeça.. muito bom..

Heloisa disse...

Lido para toda a redação... Aplaudido com gritos de bravo! Mas eu acrescentaria uns e outros vexames... mas aí seria um best seller...

Anônimo disse...

É por isso que não me meto nessas baixarias. Prefiro me poupar porque essas festas servem para confirmar o ditado que muita gente diz por aí, de que jornalista é morto de fome. Basta dar 'pão e circo' para eles se acalmarem. Fala sério!
Esses colegas deveriam respeitar a si próprios, se portarem dignamente. É por isso que somos uma classe desrespeitada, que perde até direito à diploma para ministro da suprema Corte.
Não quero generalizar, mas cinegrafista e fotógrafo também tinha que ter diploma para trabalhar nessa profissão. É por isso que a classe não é respeitada. Vão estudar seus merda!
E tem mais: a Fiepa tá certa em não fazer mais esse tipo de festa. Era só o que faltava: chamar a polícia para prender jornalistas que se comparam a marginais.
O que falta para esse país é simples: EDUCAÇÃO!

Kassya Fernandes disse...

Esse Anônimo aí é um fode mal!

Yuri disse...

O anônimo 12:36 deve tá com dor de cotovelo por não ter vindo a festa. Coitado, perdeu! Realmente teve gente que se excedeu, mas ninguem saiu algemado, ou sequer no camburão da rotam. A turma que fazia a segurança da Casa conseguiu reverter, sem ter que chamar ajuda policial. Sugiro a essa figura (que deve estar fedendo a gelol) que se apronte para o ano que vem. Ano que vem tem mais, com o desafio de nos superarmos com mais alegria, animação e muita curtição. Até 2011!

cesarmodesto disse...

egua... ainda bem que eu quebrei apenas um copo! hehe

Anônimo disse...

Perdi tudo isso? Arrasada!

@rickmiranda disse...

Parabéns pelo post, ficou tão bom quanto a festa de ontem.
Esse babaca anônimo só pode ter sido escalado pra um plantão no horário da festa, pq enfim...
Queria muito ter ficado até o final, mas só pelo post já valeu xD

Aycha Nunes disse...

Ficara té o final da festa da Fiepa é o primeiro ítem na lista de resoluções para 2011.

Claudio Darwich disse...

HAHAHAHAHAHAHAHAH
demais, anderson!
devidamente acompanhado da linda e morta de chic @DivinaeGraciosa, (também conhecida como Minha Digníssima Patroa) fuilá, tomei um drink, conversei um pouco, comi algo, ganhei um brinde, lalalala e fui pra casa.
Saí num momento ainda civilizado, já q sou dotado de um superpoder para detectar a hora certa de chegar e sair de qualquer lugar (ou situação).
então nao vi nada disso.

Mas nao fico surpreso.
Jovens, bebida à vontade, clima de fim de ano, é isso mesmo.
Odeio moralismos como o do anônimo aí em cima.
Pra mim, essas loucuras só não rolam em festa ruim.

O importante é que a galera se divertiu. Se a Fiepa não soubesse dos riscos, ofereceria leite aos convivas. Ofereceu tequila, queria o quê? Pessoas tequiladas, ora! Então, parabéns! Missão cumprida!

Valeu galera da Fiepa, a festa foi massa. É assim q a gente gosta.

Mas o melhor de tudo foi teu texto HAHAHAHAHAHAHA "a festa acabou a luz apagou o povo sumiu a noite esfriou" hahahahahahaHAHAHAHA.

foi legal tb te rever.

abração!
@cdarwich

Sílvia Sales disse...

Anderson,

Teus textos são ótimos. Tornam nosso dia mais leve. Que babado, hein? Deixa o povo brincar, dançar sorrir! Afinal, o dia da festa da Fiepa, todos sabem, é dia pra vadiar, pois não?
Beijo querido.

Anônimo disse...

Como é que é rapá? Não teve gente saindo da festa algemada e então por isso foi tudo lindo? Quer dizer que se tivesse tiroteio então teriam apenas perdido a cabeça? Quer dizer que bebedeira, porradaria e baixaria é normal pra jornalista de Belém? Eu tava lá, fiquei até o final e testemunhei tudo. Qualé cumpadi? E quer saber do que mais? Quem ainda defende essa baixaria é pq se identificou e se ofendeu com o que alguém aqui já falou. Coitada da direção e da assessoria da Fiepa!

Brenno Rayol disse...

Show de bola!

De Salto Alto disse...

e eu pensei que tinha chamado atenção... com o meu paquiton e um copo quebrado rsrs.

Anônimo disse...

Êpa, galera da Fiepa! Vai uma dica pra festa do ano que vem: façam a confra na festa do Super Pop, na Pororoca, Areia Branca, Florentina e babados afins. Combina mais com o nível dos bebúm. Abração!

Anônimo disse...

KUakakakakaka

Vou fazer um comentário anônimo, mas isso não quer dizer que eu fodo mal, ok?

Todas as vezes que rola esta confra de jornalistas na Fiepa dá cagada. Por que desta vez deveria ser diferente? Eu só acho que deveriam postar as fotos da cagada, das pessoas vomitando e brigando. Faria mais sentido.

Abs

Carla Azevedo disse...

"Vou te twittar". Ei faltou falar daquela moça que não queria ir embora da festa de jeito nenhum. (rsrsrs)

Muito bom. Você escreveu esse texto que horas? Lembrou de tantos detalhes que eu não vi.

Mel Noguchi disse...

Texto maravilhoso. Mas aconteceu tudo isso mesmo? Juro que não vi. Apuraste tudo tão rapidinho,heim?!? E eu pensando que estavas mais 'alto' do que uma galera. kkkkkkkk...
Ainda bem que eu não fiz nada pra chamar atenção =D

A festa foi maravilhosa, como sempre. Vamos aguardar a próxima, claro. E novas notícias quentes dos babados e vexames.

Muito gentil da sua parte acompanhar a carlota e eu. Vamos marcar para tomar a tal bebida que não conseguimos ontem. Carol Menezes está convocada! Nem lembro dela depois de dizer que não estavam mais vendendo nada. Ainda bem, porque seria a derrota total.

Fiepa 2011, aguarde!

Anderson Araújo. disse...

Obrigado pelos comentários.

Bom, incluam aí cenas que eu não (eu estava ocupado demais olhando as jornalistas gatonas e zanzando atrás de cachaça).

Quanto ao anônimo polemizador: mano se tu és jornalista e acha estranho o comportamento em uma bebedeira é melhor rever seus conceitos ou mudar de profissão. Jornalista é tudo bagaceiro mesmo. Contente-se com essa, my boy.

Ah, e eu não gosto de moralismo também.


Abraços a todos, bagaceiros.

Carla Ribeiro disse...

Fiquei imaginando tudo enquanto lia. Ah, eu lá...estaria no meio da cagada! HAHAHAHAAHA

Soraya disse...

Simples,divertido e direto ao ponto... Com esse texto nota 10, deu para traduzir o que foi a festa da Fiepa ontem, deu até saudade!!!

Nota mil!!

Obs.: Quer dizer que foi o cesarmodesto que quebrou a bendita taça... por causa dele eu quase me corto! :p

Carlos Brito disse...

Palavras muito bem colocadasNa festa aconteceu de td um pouco, sim .... "mancadas e gafes " transbordando, afinal quem sofre com o dead line das redações merece uma festa digna de comentários. Parabéns aos assessores da FIEPA, a festa foi pai d'égua... o fato deplorável foi esse energúmeno que incorporou o capeta misturado com o João Grilo e o Cangaceiro (rsrsrsrs..) mas a 'confra" entre os amigos jornalistas foi muito boa e isso é o q vale.. até 2011... ou mais tarde em qualquer barzinho da esquina... ((Boas Festas))

Elétrica disse...

Festa porreta! Muito boa!! Ciúme e bebiba não combinam!
Ótimo texto, Anderson. Morri de rir, apesar de não ter visto nada disso. Saí antes, é claro.

@menezescarolina disse...

Aposto que os anônimos reclamões são estagiários... ((:

Show de bola a Festa da Fiepa, agora é FA-TO: se você quer beber demais, perder a cabeça e correr o risco de fazer besteira, é bom escolher outro momento. Festa da Fiepa é a maior pauta de Belém, gente, é muito jornalista junto, ÓBVIO que todo mundo vai ficar sabendo logo, logo.

Show de bola também teu texto, Andissú. =***

Anônimo disse...

Nunca fui à festa da Fiepa. Aliás, há tempos não vou a festa alguma. Ando duvidando se existe vida fora da TV. Mas o texto do Anderson é realmente impagável. Beijo. Karla Albuquerque

Anônimo disse...

Que vergonha um Federação que gasta dinheiro com este tipo de festas para baderneiros se tivesse uma DIRETORIA que pretasse aplicaria melhor o recurso que arrecada com os impostos das Industrias

Sandra disse...

Cara, muito bom. Trabalhei na Cultura e todo ano o povo ficava na fissura pelo tal convite. No dia seguinte, vinham os comentários engraçadíssimos. Adorei "jornalista é tudo bagaceiro mesmo"....

Anônimo disse...

Desculpem mas pela minha indignação como empresário algumas palavras sairam incorretas no comentário anterior.
Que vergonha uma Federação que gasta dinheiro com este tipo de festas para baderneiros se tivesse uma DIRETORIA que prestasse aplicaria melhor o recurso que arrecada com os impostos das Industrias

Liliane Skittberg disse...

Foi óóótima a festa!!!
Não vou contar que alguém ganhou um brinde trocando o 69 por 96.. kkkkkkk
O melhor foi quando a pessoa abriu o brinde e ficou super chateado! =D
Qto as cagadas... não vou dizer que é normal, mas quando acontece fazer o que né! É isso que a tequila faz! hauhauhuahauh
Anderson não vou esquecer a cena de vc secando as mulatas do Rancho...
Bjooos

Anônimo disse...

Me diverti muito lendo o texto e depois vendo as fotos, tentando adivinhar quem eram os personagens: a fulana, o rapaz alto e magro, os"filhos da puta", a ex-colega de sala...
Porra, só identificaste meu caro ex-colega de trabalho, o Fernando Araújo...(tudo bem que ele não seria difícil de adivinhar)
Parabéns, meu caro.
Saudades dessa terra e de meus amigos jornalistas.
Dirceu Maués

@dionepvm disse...

a pergunta é COMO FAZ PRA IR PRA ESSA FESTA?

@marcio_lins disse...

Uma bela festa merecia um belo texto.

Sobre a onda no final. Só sei que barracos em festas são tão comuns qto as horas que passamos do horáris nas redações..hehe. É chato quando rola esse tipo de coisa, mas fazer o que né?

No mais, parabéns à assessoria da Fiepa pela organização.

Marcio Lins

Anônimo disse...

Da mesma forma como a imprensa, sob todas as suas vertentes, trata a FIEPA com respeito e atenção, passamos boa parte do ano tentando nos superar para fazer desta data um momento de muita animação e confraternização. E não é por ser a imprensa, os fotógrafos, as pessoas que dão duro por trás de seus teclados e equipamentos que iríamos fazer diferente de uma festa que ofereceríamos a um merecedor de uma honraria. A imprensa é a nossa grande homenageada anual e todos sempre serão tratados com muito respeito. Uma pena não termos mais espaço para convidar a todos, que de alguma forma, colocam a FIEPA em várias posições de destaque na mídia. Os excessos, sempre serão cometidos, quer sejam na FIEPA, no bar da esquina ou naquele amigo invisível chato na casa da tia idosa. Cada um tem o seu limite, alcóolico e moral, para saber quando se deve parar, ou quando não se deve ofender ao outro com socos e pontapés. Tanto acreditamos em nossos convidados que nunca acionamos a polícia em nenhum dos anos. Areditamos que, mesmo nas situações de coma alcóolico, somos capazes de resolver os problemas de uma forma civilizada, sem brutalidade - o que repugnamos. Mas não podemos esquecer que, quase a totalidade dos convidados da imprensa, ali representam um veículo de comunicação ou uma empresa de mídia, e são bastante constrangedores os comentários verdadeiros do dia seguinte, do fulano que agrediu fisicamente e verbalmente às pessoas e a namorada, ou o fulano que vomitou todo o salão em quase coma alcóolico, pois todos sabem que esses "fulanos" são dessa ou daquela empresa. Pega mal.

2011 vem aí e com ele mais um desafio: o de preparar com todo o carinho mais uma #ConfraFIEPA para a imprensa e nos superarmos para oferecer uma festa em que todos irão se divertir. A quem reclama que deveríamos investir de outra forma o que se arrecada das indústrias, lamentamos informar que a festa de 2011 está confirmadíssima, pois é o mínimo e mais justo que podemos oferecer a quem nos trata o ano inteiro com destaque, respeito, isonomia, imparcialidade e carinho.
Parabéns a toda a imprensa, aqui mais uma vez rendemos nossas homenagens e obrigado pela presença de todos.
Parabéns ao autor do blog pelo excelente e verdadeiro texto.
E 2011 será melhor!

Anônimo disse...

(1) Da mesma forma como a imprensa, sob todas as suas vertentes, trata a FIEPA com respeito e atenção, passamos boa parte do ano tentando nos superar para fazer desta data um momento de muita animação e confraternização. E não é por ser a imprensa, dos jornalistas, dos fotógrafos, dos blogueiros e das pessoas que dão duro por trás de seus teclados e equipamentos que iríamos fazer diferente de uma festa que ofereceríamos a uma personalidade merecedora de uma honraria. A imprensa é a nossa grande homenageada anual e todos sempre serão tratados com muito respeito. Uma pena não termos mais espaço para convidar a todos, que de alguma forma, colocam durante todo o ano a FIEPA em várias posições de destaque na mídia. Os excessos, sempre serão cometidos, quer sejam na FIEPA, no bar da esquina ou naquele amigo invisível chato na casa da tia pós moderna. Cada um tem o seu limite, alcoólico e moral, para saber quando deve parar, ou quando não se deve ofender ao outro com socos e pontapés. Tanto acreditamos em nossos convidados que nunca acionamos a polícia em nenhum dos anos, e pretendemos nunca o fazê-lo. Acreditamos que, mesmo nas situações de quase coma alcoólico, somos capazes de resolver os problemas de uma forma civilizada, e sem brutalidade - o que repugnamos. Mas não podemos esquecer que, quase a totalidade dos convidados da imprensa, ali representam um veículo de comunicação ou uma empresa, e são bastante constrangedores os comentários verdadeiros do dia seguinte, do fulano que agrediu fisicamente e verbalmente às pessoas e a namorada, ou o fulano que vomitou todo o salão em quase coma alcoólico, pois todos sabem que esses "fulanos" são dessa ou daquela empresa.

Anônimo disse...

(2) E 2011 vem aí, e com ele mais um desafio: o de preparar com todo o carinho mais uma #ConfraFIEPA para vocês e o de nos superarmos para oferecer uma festa em que todos irão se divertir sempre mais. A quem reclama que deveríamos investir de outra forma o que se arrecada das indústrias, lamentamos informar que a festa de 2011 está confirmadíssima, pois é o mínimo e mais justo que podemos oferecer a quem nos trata o ano inteiro com destaque, respeito, isonomia, imparcialidade e carinho.
Parabéns a toda a imprensa, aqui mais uma vez rendemos nossas homenagens e obrigado pela presença de todos.

Parabéns ao autor do blog – excelentemente bem escrito (e verdadeiro). Te esperamos ano que vem!

Val-André Mutran  disse...

Excelente reportagem Anderson.
Parabéns!

Márcio Sousa Cruz disse...

Anderson, puta texto, cara.
Não foi preciso ir à festa para dar uma “visualizada” no que rolou.
Pô, desde quando a festa da Fiepa não tem alguma cagada, seja ela branda ou como esse “circo” armado pelo carinha brigador. Lembro de uma história de um figura que foi achado dormindo debaixo de uma mesa pelo pessoal da limpeza.
Mas o pior de tudo não foram os barracos (tradicionais), mas sim ver um cara que se diz jornalista, o tal Anônimo, expor suas opiniões preconceituosas e medíocres. Um cara desses deve ter muitos traumas na vida. Como disse a Kassya Fernandes, deve foder mal, ter o pau pequeno e ser corno sazonal .
Eu detesto festa de aparelhagem, Techno-brega-melody e qualquer outra variação de música com voz de esquilo de desenho animado e de pianinho de brinquedo do Paraguai, mas achar que todo mundo que frenquenta estas festas são bebuns só mostra o preconceito social desse filho de uma égua. Vai se tratar otário. Falso moralista do cacete.
Festa com bebida paga já dá merda, o que dirá de graça. O negócio é se divertir e pronto. Feliz 2011 pra todo mundo.

Anderson Araújo. disse...

Mais uma vez, obrigado pelas visitas e pelos comentários.

Informo aos anônimos que protegi o nome dos colegas envolvidos nos micos por consideração a cada um deles, daí o motivo de não citar ninguem nominalmente.

Alguns comentários chegaram até aqui mencionando pessoas específicas e situações que ocorreram na festa, de fato. Mas para não causar constrangimento e evitar que a caixa de comentário vire um pandemônio resolvi não liberá-los. Espero que entendam que aqui é mais um espaço de descontração do que tensão. Fofoquemos mas sem dar nome aos santos, apenas os milagres. =p

Um abraço a todos, meus queridos.

Anônimo disse...

É por essas e outras coisas que essa categoria foi nivelada por baixo. Concordo com a anônimo das 12h36: muitos precisam estudar para ser chamado de jornalista. Fiepa, por outro lado, também deveria selecionar os convidados. E a festa deveria ser para apresentar resultados do setor e não um patrocínio de farra à imprensa.

Anderson Araújo. disse...

Anônimo, bonitão.
]
Você vem aqui sem se identificar, fala o que quer e ainda quer reclamar.

Vá tomar no seu cu.

O blog é meu e eu libero o comentário que eu quiser.

Tchau pra ti.

Estado Selvagem disse...

To puto, perdi essa!

Anônimo disse...

Deixei eu mandar ele tambem tomar no seu ciculo talvez corrugado, digo talvez porque porque não tenho a garantia que ainda exista a velha prega gaiteira , te tanto ele receber em sentido contrario no espaço reservado ao adubo organico que´deve ser a unica coisa produtiva nessa coisa louca

MCB

Heloisa disse...

Putz.. voltei hoje aqui porque queria ver os comentários que perdi... E vi uns e outros com posições mesquinhas e falsos moralismos. O fato de a festa ser de jornalistas é que choca tanto um e outro reclamão infeliz. Até parece que advogado, engenheiro, professor, médico e outros tantos profissionais são mais "civilizados" ou alguns não cometem suas gafes...
Isso me faz pensar que quanto mais humanas são as pessoas mais encontramos falhas e as qualidades que insistimos em não ver...

E não é o fato de aprovar esse ou aquele vexame...

Porque hoje, aposto que tem gente repensando a cagada que fez...

Zacarias Martins disse...

Porra. Só porque eu não estava na cidade não me convidaram para essa festa pop...

Jéssica disse...

Uma das poucas coisas que sinto falta em Belém.
Nem sei como vim parar aqui no blog hj, mas foi bom saber que, assim como o Círio, a Festa da Fiepa se mantém do mesmo jeito.
Tradição é tradição. E que os colegas de profissão continuem mantendo.


PS - Ninguém dormiu abraçado com a árvore de Natal esse ano?

Anônimo disse...

QUERO IRRRRR..QUERO CONVITE!!!!!COMO FAZ?! =O