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sábado, 4 de julho de 2009

Traças e baratas

Ainda vive a polêmica sobre o fim da obrigatoriedade do diploma para exercer a profissão de jornalista. Sempre defendi um curso de Jornalismo que preste no Pará, beeem antes desse bafafá todo.

Só assim sairemos pro mercado bem formados, podendo disputar espaço em qualquer lugar e com qualquer um, inclusive com aqueles que sempre ambicionaram ser jornalista, mas se negam se qualificar para função. Já tinha essa idéia desde a universidade e finalizei a graduação mostrando que precisamos melhorar muito na UFPA.

Meu TCC (Todo Caos Catalisado) teve mais de 20 horas de entrevistas com estudantes que dividiram comigo a dura tarefa de atravessar quatro anos e sair jornalista numa instituição que ainda está aquém para tal formação - não sei se mudou agora.

Apesar de toda a informalidade, métodos longe de serem ortodoxos e a linguagem nada acadêmica, saímos com um excelente dado pelo orientador e demais doutores da banca, com elogios sinceros e emocionados da professora Rosaly Brito. O que nos deixou satisfeitos.

Dia desses reencontrei o texto de mais de 110 páginas. Tem coisas do arco da velha, como o que é relatado na situação abaixo. Mais uma do dono do Quando a barata voa, meu parceiro na produção do Trabalho. Saquem só:
"Abduzidos em 2000... o curso de jornalismo da UFPA por seus alunos". Esse é o nome do trabalho. Se sua sina não foi cumprida, ele ainda está na hoje chamada Faculdade de Comunicação.

3 comentários:

Anônimo disse...

E pensar que tive que ler e reler este tcc na hora de concluir meu curso..tsc, tsc, tsc. Mas posso garantir que dei muitas risadas.
Acho que desde aquela época já seguia seus passos.hahahahaha

Irna Cavalcante

Anderson disse...

po, mas é um trabalho muito sério, bem avaliado pelo prof. doutor fabio castro. ele curtiu. nós tb curtimos fazer.

tu ja andava fazer "pá pá" no meu texto desde essa época, irna? ooooh. revelações bombasticas no blog.

Anônimo disse...

Nem se quisesse, temas não afins. E foi o próprio doutor Fábio Castro quem me recomendou que lesse seu trabalho.
Mas acho que era fã dos teus textos desde aquela época.
hahahaa
Irna